2018. Economia brasileira – segundo os especialistas – começaaando a ensaiar uma retomada. Quer dizer, começando a experimentar um certo distanciamento das dificuldades impostas pela crise.
É, mas o número de desempregados ainda é grande. Muito grande.
Segundo o IBGE, há no Brasil, atualmente,13,7 milhões de pessoas procurando um novo posto de trabalho.
Tal realidade acabou por gerar muitos empreendedores, gente que – por necessidade – se viu forçada a gerar uma fonte de renda. Com o intuito de pagar as contas, vender o que pode ser feito em casa tornou-se a alternativa para muitas pessoas.
Mas será que é fácil assim e todo mundo consegue entrar para este grupo, o dos empreendedores?
Bom, vamos lá, difíííícil não é. É viável para qualquer pessoa que deseje ter o próprio negócio, maaasss, especialistas (de novo eles) elencam alguns passos – importantíssimos – que, seguidos à risca, evitam que o (a) novo (a) projeto profissional naufrague antes mesmo de “alcançar mar aberto”.
O primeiro movimento deve ser o de pesquisar o que já existe de similar no mercado e a faixa de preço na qual são comercializados itens semelhantes ao que se deseja vender.
No que tange a valor, especificamente falando, é preciso saber calcular o preço de custo e a margem de lucro, pontos fundamentais para conquistar o resultado financeiro desejado. Neste “departamento”, é preciso ter bem claro o que é custo fixo (aquele que a pessoa tem, independentemente de realizar vendas, como por exemplo, internet, aluguel do ateliê, água, energia e salário) e o que é custo variável (existe em função da produção. Mais produção significa um aumento de custos em materiais e ferramentas, como por exemplo, matéria-prima, embalagens e frete).
Desenvolver estratégias para conseguir gerar receita também é fundamental. Os canais de venda indicados são três: venda direta (pessoas conhecidas, familiares, amigos e vizinhos, que devem ser os primeiros clientes), venda pela internet (é possível postar fotos dos produtos comercializados nas redes sociais e em aplicativos de celulares) e venda para lojistas (fazer parcerias, deixar produtos para que sejam vendidos, ensinar argumentos para vender os produtos de interesse e dividir o lucro é excelente tática).
Ah, é determinante, também, formalizar a atividade.
De que jeito?
Tornando-se um (a) microempreendedor (a) individual (MEI). Para tal, basta realizar cadastro no site www.portaldoempreendedor.gov.br para, em seguida, receber o CNPJ da nova empresa. A partir disso, já será possível emitir nota fiscal, o que viabilizará a venda de produtos para outras empresas.
Então?
A ideia te interessou?
Se a resposta foi afirmativa, estude direitinho as dicas dos especialistas e...bons negócios!
[Fonte: Portal Administradores]
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